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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Polícia Federal pede a prisão de Dilma, mas Fachin nega

A Polícia Federal pediu ao relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT), dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO) e do ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU). Os pedidos foram negados por Fachin. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em nota, a ex-presidente disse que a notícia é "estarrecedora" e afirma que "revela o esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sérgio Moro no afã de perseguir adversários políticos".

A solicitação ocorreu no âmbito de um inquérito que apura a "compra e venda” do apoio político do MDB em benefício do PT nas eleições presidenciais de 2014.

Nesta terça-feira (05), a PF foi até a casa da ex-presidente na zona sul de Porto Alegre e entregou a Dilma uma intimação para prestar depoimento no caso. A ação, confirmada por GZH, faz parte de operação deflagrada por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (AM), líder do MDB, e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), também receberam intimação para depor. Os repasses apurados pela PF teriam sido realizados na campanha eleitoral em 2014.

A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão e medidas de sequestro de bens em investigação contra integrantes do Congresso. Os detalhes da operação não foram divulgados, pois a investigação tramita em sigilo.



Claudério Augusto via site Portal Aconteceu