domingo, 8 de agosto de 2021

Brasil tem último dia prateado no boxe e no vôlei da Tóquio 2020

 Queniano e Bulgária fizeram história na maratona e na ginástica rítmica


Bia Ferreira comemorou prata histórica no boxe 

As últimas disputas da Tóquio 2020 trouxeram duas medalhas de prata para o Brasil, neste domingo. Bia Ferreira fez uma luta ponto a ponto com a irlandesa Kellie Harrington e acabou superada na decisão dos juízes. Já na final do vôlei feminino, as brasileiras não conseguiram superar o favoritismo dos Estados Unidos e acabaram superadas por 3 sets a 0.

O boxe ficou mais perto de tingir o dia  de dourado. Bia ganhou o primeiro round da luta, mas não conseguiu escapar da melhor tática da adversária irlandesa. Nos dois rounds seguintes foi superada e ficou com a prata, ainda assim coroando a melhor campanha do esporte, com três medalhas.

Na quadra, o Brasil nunca encontrou um caminho para pressionar as norte-americanas. Chegou a liderar o terceiro set por três pontos, mas em seguida desperdiçou diversas chances de contra-ataques e tomou a virada dos EUA. A campanha foi além do esperado com a prata, mas com uma final frustrante, perdemdo o título olímpico sem resposta para o voleibol das rivais. A medalha de bronze ficou com a Sérvia, que sofreu de remédio parecido no confronto semifinal com as campeãs.

Tóquio amanheceu com a maratona, num clima de intenso calor e umidade que derrubou o melhor atleta brasileiro. Daniel do Nascimento chegou a liderar, mas passou mal e ficou fora da prova.

O queniano Eliu Kipchoge do Quênia faz história como bicampeão olímpico da maratona.  Ele é apenas o terceiro atleta a conseguir o feito.     O último dia ainda trouxe suas surpresas. A Bulgária derrubou uma das grandes hegemonias olímpicas modernas, neste domingo. A equipe da ginástica rítmica conseguiu a medalha de ouro, destronando as russas, que garantiram o título olímpico desde 2000.

Outras foram mais difíceis de quebrar. Os Estados Unidos impuseram todo seu poderio no basquete feminino. Foi o sétimo ouro das norte-americanas, que não deram qualquer chance  as donas da casa, aplicando 90 a 75 no Japão.




Correio do Povo