quinta-feira, 16 de setembro de 2021

CHAPECÓ: Homem que matou Edemar José Hegner a pedradas foi morto no terminal urbano

 O homem, de 52 anos, que matou Edemar José Hegner, de 47 anos, a pedradas na cabeça foi morto no terminal urbano, localizado na rua Clevelândia, no Centro de Chapecó (SC), no dia 12 de julho de 2021. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (15), pelo delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC), da Polícia Civil de Chapecó, Vagner Papini.

“Efetivamente o crime foi praticado por esse senhor, de 52 anos de idade. Esse senhor não está preso no momento, tendo em vista que ele já foi morto. Ele foi vítima de um homicídio que ocorreu no dia 12 de julho deste ano. Ele foi alvejado por disparos de arma de fogo”, declarou Papini.

O crime

No dia 10 de abril de 2021, Edemar José Hegner morreu no Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó, após ser apedrejado na rua Florianópolis, no bairro Jardim Itália, em Chapecó. Após a agressão, o suspeito fugiu do local. Logo depois, a Guarda Municipal recebeu um chamado da Casa de Passagens, no bairro São Cristóvão, que abriga moradores em situação de rua, onde informaram que um dos usuários do local havia comunicado a monitora, que ele agrediu e matou um homem. A guarnição da Guarda Municipal foi ao local, identificou o homem e o prendeu em flagrante.

Conforme Papini, na data do crime, Edemar estava acompanhado de uma mulher, que era ex-companheira do autor do homicídio.


“No curso da investigação encontramos informações que essa mulher teria mandado o crime ser praticado. Ao final de todo o procedimento, o inquérito policial foi relatado e concluído. Essa mulher por sua vez, diante dessas informações, também restou indiciada. Então o homem por ter sido morto, teve a sua punibilidade extinta pela morte e a mulher por sua vez foi indiciada, tendo em vista informações de uma gravação em que o suspeito, na data do crime, dizia que só tinha praticado o crime a mando da mulher. Por essa razão ela foi indiciada”, afirmou o delegado da DIC, Vagner Papini.





Claudério Augusto via site ClicRDC